O direito de escolher vida

Por Tristen Watmore

O direito de escolher, algo que todo humano tem. Uma escolha é algo que cria uma distinção entre humanos e outros animais. A vida é sagrada, mas é pessoal duma pessoa. Se uma pessoa tem um ferimento grave e não tem a capacidade de realizar coisas básicas e não quer viver com dor, esta pessoa tem o direito de escolher se quer viver ou não.

Uma pessoa pode entender a si mesmo mais que todos as outras pessoas. Um caso que é pertinente em nosso dia é quando uma pessoa tem um ferimento que muda a maneira em que esta pessoa vive. Por exemplo, se uma pessoa estivesse sofrido um acidente que lhe limite a habilidade de andar, falar e ver a pessoa deveria  ter a oportunidade de escolher a maneira de viver ou não viver. Um exemplo disso é a história de Alejandro Amenábar, um quadriplégico por causa dum acidente de mergulho. Ele estava vivendo por anos e anos com esta deficiência mas era uma vida que ele não queria viver: queria morrer com dignidade. No fim ele decidiu de escolher o morte, uma escolha noble.

Quando uma pessoa tem um prognóstico grave e está vivendo uma vida dependente da ajuda de outra pessoa, a vida pode parecer como algo sem dignidade. O conceito de suicídio assistido é algo que ao pessoa não pode entender a menos que a pessoa conhece pessoalmente como viver com ajuda diária. Brittany Maynard era uma pessoa com câncer do cérebro vivendo com uma dor inelutável. O câncer era incurável e tomava tudo que ela amava no dia-dia, por isso um morto com dignidade era que ela queria.

O tópico de suicídio assistido por médico é polêmico e pode causar argumentos em sociedade, eu acho que a ação de escolher é algo que uma pessoa recebe com o nascimento. Também existem leis que evitar o abuso de suicídio assistido e tem seguro que as pessoas usando são candidatos boas.  Oregon, de os Estados Unidos, tem um plano que se chama  “Death With Dignity Act”, que permite pessoas de escolher se viver o morrer com ferimentos graves. Estatísticas do site deathwithdignity.org mostram que no ano 2015, 137 pessoas escolhiam suicídio assistido. Mantendo em mente as estatísticas, 78% das pessoas tinha 65 anos ou mais e 72% das pessoa tinha uma forma de câncer e escolhiam a morte por falta de participar na vida, uma falta de independência, e uma falta de dignidade (deathwithdignity).

Em suma a vida poder ser bonita e ao mesmo tempo algo que precisa ter dignidade em cada aspecto possível. Quando falta dignidade na vida uma pessoa, ele tem o direito de escolher a morte.

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