Difícil de encontrar

  Em um lugar obscuro e reservado se encontrava uma jovem chamada Renata com a pele branca e cabelo preto como a noite. Ela tinha dezesseis anos, com olhos negros por a solidão que vivia dia a dia. Ela não tinha amigos porque não se identificava com ninguém. Renata caminhava pela rua sozinha; por mais que ela quisesse encontrar alguém assim mesma seus esforços eram inúteis. Seus pais moravam juntos mas não se olham a os olhos. Eles não tomavam a Renata com importância, a casa era obscura como os que a habitavam. Como consequência, Renata sentia-se excluída devido à dinâmica em sua casa. Era antissocial.

      Em um dia comum, ela caminhava pela cidade e se encontrou com membros de uma facção secreta. Renata se aproximou aos personagens por curiosidade, procurava escutar a conversação entre eles que se vestiam igual ela. Um deles era alto com os olhos verdes e sua pele era pálida assim com a leite. “É necessário recrutar mais membros.” Eles sentiram a presença de Renata perto, enquanto voltou-se a ver quem era Renata ficou nervosa. “ Oi Beleza!” o menino de olhos verdes disse. “Qual é seu nome?” Renata assemelhava a um tomate. “Meu…Meu nome é Renata.” “Muito bom! Você vai o mercado?” “Não respondeu Renata, “Eu só caminho.” “Meu nome é Mauricio, ele é Oscar,” indicando com o dedo a seu amigo pacato. Renata estendeu suã mão entusiasta com um sorriso brilhante. “Vem com nós, vamos por refrescos para noutros amigos.

      Em três meses não havia um dia que Renata não estivera com eles. Teve a oportunidade de conhecer a muitos meninos de sua idade e gostou das mesmas coisas que  todo e grupo. Sempre havia alguém novo que conhecer. Um fim da tarde Mauricio pidão a todos que e dia próximo estiveram pronto porque e dia de iniciação havia chegado. Todos Estavam em um circulo onde os novos membros estavam no meio. “Tiver que chegar antes do pôr do sol.” Mauricio diz. Renata foi a casa onde a porta estava aberta. Mentas entrava véu a seus avós que teve chegado de visita. Não havia ninguém no mundo quem ela adorava mais.

    Essa noite se preparava para seu grande dia. Pela manhã foi à escola como sempre. Chegou à casa depois para pegar suas coisas, quando seu avó entrou a seu quarto. “Menina como vá a escola?” Renata a abraçou e disse, “Avozhina, tenho que sair por algum os minutinhos.” “Mas quase não venho. Como que já te vais?” Renata a olhou em seus olhos e ficou mais tempo para conversar com ela. Penso que um os minutinhos não fariam muita diferença. A chegar a mesmo sitio onde eles se reuniam viu que os membros que seriam iniciados estavam cheio de sangre e correu. Oscar viu e foi trás ela a garriu, amarrou e cobrirem a boca. “E sacrifício já estava planeado, desculpa.” eles jogaram gasolina por todo o corpo de Renata e acendeu o fogo.

Fotografía: http://nataliecartman.deviantart.com/art/lost-little-girl-408805550

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