Minha Primeira Experiência na Selva

Foi um dia quente e úmido no verão na selva da Costa Rica.  Já passei todo o dia dirigindo com meus amigos.  Parecia que não houvesse um fim da viagem, e ninguém sabia onde íamos.  Estava cansado e me senti sujo porque estava suando muito.  “Você precisa mudar sua camisa, amigo.” Me disse um amigo.  “Eu posso ver o suor através de sua camisa.”  Que embaraçoso! Nunca leve uma camisa branca em um dia quente.  De qualquer maneira, eu precisava de uma cama, porque dormir na parte de trás do ônibus não foi divertido depois de seis horas. “Onde vamos?” perguntei a meu amigo.  “Não sei”, ele respondeu.  Tudo o que eu podia ver a minha volta era uma selva exuberante.  Eu senti que eu estava entrando em estado selvagem.

Dois horas mais tarde, e finalmente chegamos.  Saiu o ônibus e quase caí, como eu esqueci como se levantar.  Todo o grupo ficou surpreso da beleza desse lugar.  A copa da floresta cobriu o sol, mais nós ainda sentimos o calor intenso.  Ao nosso lado foi um grande lago, cheio de agua sujo e pantanoso.  “Vamos nadar?”, perguntei a meus amigos sarcasticamente.  Era tão quente que considerava mergulhar no lago na realidade.  Eu me conformei com um chuveiro.  O chuveiro ficou em um banheiro que parecia que não tinha sido utilizado desde 1945.  Teias de aranha do tamanho do Texas adornavam o teto.  Eu engoli meu orgulho e tomou um banho de qualquer maneira.  No momento em que liguei o agua, uma aranha gigante entrou na janela adjacente.  Tentando de não gritar como uma menina em um concerto de One Direction, eu acabei com o chuveiro.  Finalmente podia explorar a selva.

Caminhei pela selva com uns amigos por 30 minutos, e quando regressamos todo o resto do grupo me viu como era louco.  “Vocês perderam a palestra de conservação ambiental para que nós viemos aqui!” me disse uma professora.  Eu me senti desrespeitoso, mas estava feliz que não podia que assistir uma palestra chata.  O carma me pegou esta noite.

Nós fomos atribuídos pequenos dormitórios para a noite, mas, como nos chuveiros, os ambientalistas ditavam que as janelas permanecessem abertas.  Eu estou supondo que eles queriam as janelas abertas para que os quartos não ficar demasiado quente.  Nossas camas de beliche, que lutavam para suportar até mesmo o meu corpo magro, foram confortáveis como dormir na calçada.  Comecei a perceber duas coisas.  1- É difícil viver na selva! Eu elogio às tribos indígenas que viviam aqui antes das convivências modernas que temos agora. 2- Eu estou cumprindo o estereótipo de que os norte-americanos são maus turistas. Talvez se eu fizesse amizade com os conservacionistas cuja palestra eu perdi, eu poderia ter melhor regime de dormir.  Meu desejo de viajar veio para me fazer mal.  De qualquer maneira, nunca vou esquecer esta noite, nem a manhã seguinte, quando acordei com dez picadas de mosquito e um lagarto gordo na minha cama. Como amo a Costa Rica.

Joey Bonasera

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